Sobre séries: Code Black

16 dezembro 2015

Eu sempre tento buscar um substituto para minhas séries médicas, assisti E.R., depois fui agraciada com a maravilhosa House M.D. Desde o fim da série do nosso médico carrancudo preferido, Gregory House, fiquei órfã de uma boa série médica (porque, ok não gosto de Grey's Anatomy), até esta temporada com a estreia de Code Black. 



Code Black é um termo usado nos hospitais para quando há poucos recursos (seja humanos e materiais) e muitos atendimentos a serem feitos, ou seja, a balança não fecha e o P.S. fica uma loucura. Não sabia, mas aparentemente isso é comum nos grandes hospitais e, assim ocorre algumas vezes por ano, porém na série no Angels Memorial Hospital em Los Angeles, isso acontece centenas de vezes ao ano.

A serie gira principalmente, ao redor da Dra. Rorish (Marcia Gay Harden), uma médica extremamente competente porém, imersa é uma tragédia pessoal. a qual coordena a equipe de residentes que vem fazer seu treinamento no Angels Memorial. Junto à ela temos o médico, mais sereno e mais equilibrado em sua prática médica, Dr. Neal Hudson (Raza Jaffrey), por isso Rorish e Neal eventualmente tem conflitos quanto ao tratamento de pacientes e mesmo dos próprios residentes do hospital. 

Outro personagem bastante central é o enfermeiro, braço direito de Rorish,  Jesse Salander (Luis Gusmán), extremamente engraçado, é responsável é o principal responsável por quebrar o clima sério e, as vezes, tenso da série. 



A série começa com um grupo de residentes, chegando ao hospital, Christa Lorenson, Malaya Pineda, Angus Leighton e Mario Savetti que terão de passar pelas mãos exigentes da Dra. Rorish. 

Vi muits criticas à serie, principalmente quanto aos procedimentos tomados durante os atendimentos, seriam um tanto "irreais" porém, a série é baseada num documentário homônimo, que conta a história de um hospital sob o o tal do "code black" e a rotina dos hospitais super lotados, com poucos recursos e médicos normalmente pouco valorizados. Se você assistir esse documentário perceberá que a estrutura do cenário da série é exatamente igual ao hospital real mostrado no documentário, as rotinas e procedimentos mesmo que estranhos e caóticos, muito semelhantes. 

Code Black tem um ritmo de tirar o fôlego, mesmo que enredado as vezes por clichês, não perde seu valor, nem sua história eletrizante de um P.S. super lotado e médicos trabalhando acima de suas capacidades, cenários bem comuns, não? Resta saber se a serie sobreviverá a uma próxima temporada, espero que sim. 

Até mais! 

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